Falsos Juízos, apenas conveniências... Rasgos Convicções estúpidas Verdades Assoalhos dos fracos - Opressão?! Brados íntimos Erosões Linhas Conexões Formatos que se espargem pelos fundamentos obscuros de olhares carrancudos, intransponíveis - Vontade que se faz presente pelo discurso bem dito. Mãos parvas que aclamam os Arautos da sapiência, Coerção das vestias dogmáticas, Empecilhos de uma autêntica existência Estigmas cascas que aderem à pele Tenacidade que persiste, pois necessário se faz Universais! Idéias autoritárias, inexoráveis mandos, falas absurdas que expurgam este mundo, Crenças no inaudito Jamais permitido à reles categoria de humano Imagem a ser alcançada, desejada, O MAIOR DOS CRIMES, sandeus que se espalham como pragas, espécie irritante, que apoquenta os raros e apreciáveis espíritos livres como eu... Amarras, hospedeira renitente, desobediente Imobilidade cristalização da carne Práticas que se guiam pelo temor à Cruz. ONIPOTENTES ONIPRESENTES FIGURAS, tão-somente FALACIAS, nada mais que farsas, mas como dito, falsos juízos, Universais, Necessidades dos fracos, Pusilânimes! Bases imprescindíveis de tais sujeitos Preteríveis! Nos campanários à rotina lhes chamam - Séquitos em suas vertigens, sequiosos por misericórdia! Enfurnados em sua estreiteza moral se espremem em seus corajosos gritos de glória Gozo da alma pequena Mundo antevisto pelas páginas gastas de um SABER indiscutível! Expando em minha incredulidade Em minha fuga do VERBO transponho minha existência ao transito das possibilidades Do amor, da solidariedade, Da exuberância de Existir de Outras maneiras, Nada de fardos, Apenas Potência, Dissipação, Virtualidades!
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