Foge, se espraia em soluços de puta, mastiga azedume infértil, lacrimeja pus pelo Cu ordinário! Voláteis, ruínas pretéritas mordem sua carcaça, seu esboço, caricatura de um ser tosco... Se lança em esperanças em seu leito adormecido, frio... Germes proliferam sua agonia Rasgos de gozo da foice maldita, morte iminente... Inválido, pusilânime... Se retrai em sua covardia, em seu medo... Passamento que se aproxima, língua luciferina a esfacelá-lo em mil tormentos... Vadio ignóbil... O que esperar daquela Vadia que tanto o atormenta? Espectros alados e munidos de cuspe corrosivo salpicam palavras que carcomem a carne do poeta vagal, puta veia que se desfaz, que se esvai, pouco a pouco, lentidão sofrida, às vezes talvez infinda, corte por corte, fatias das fibras de alma dormente, apodrecida... Adormece... Talvez um dia acorde... Quem sabe... Ame verdadeiramente... Por enquanto só padece... Tão somente Dor de Existir!
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