terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Alva, Arrojo, Mandingas


Alva, serena, cativante, fascinante! Discreta, de lábios finos, macios... Fascina, corrompe, deturpa a poesia em versos ébrios, cambaleantes de paixões, de delírios... Turbilhões vorazes que consomem a minha carne fraca que admira, que versa a beleza infinita, estonteante, afetos que me maltratam, que me enlevam, que me rebaixam... No mesmo olhar, singeleza, lascívia. Não me arrebate mais com suas mandingas, pois arquejo ósculos, laços, feitiços, desembaraços, arrojos, apertos, impudicícia!  Impactos, desequilíbrios, apenas estremeço, envelheço... Nada mais, desejos, simples desejos...

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