terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Consciência... Ledo Engano...


Ar que se inflama, ardor que se queixa, voláteis suspiros que se dispersam pelo corpo emperdenido, intérprete que se faz palco de movimentos, idas e vindas de pura insatisfação... Sujeito barrado, gozo interdito, pélagos que se fazem mais profundos, mais obscuros. Afasias, espasmos, rigidez, cada ato, atores fabulosos, formações veladas, apenas queixas, desejos, escumas que se espraiam pelo braço de mar que se adentra nas fissuras incógnitas, inauditas, fantasmas que se agitam, palavras absurdas sem sentido, devaneios, delírios, abuso das falas rápidas, defesas que se enleiam em couraça esplendida! Tudo escapa, o que dizer dela - Consciência, falácia? Ledo engano. Compreensão do pouco que somos - Processos Incessantes que se perdem à percepção débil.

Nenhum comentário:

Postar um comentário