segunda-feira, 16 de abril de 2012

CORPO SEM FALO

Sensações estrangeiras numa confluência inédita de retalhos que se abraçam em gemidos de palavras-putinhas, palavrinhas que se comem, que se chupam, num boquete esplêndido de recursos estilísticos da poiesis de um anal bem feito, com dedos, mãos, braços, que se confundem com a merda do CU em seu gozo bizarro, escatológico! Enunciado da fala sem pinto, nada de pau no cu ou frases de ambivalência do Édipo! Q sejam a-significantes enquanto durar o discurso que se perde nas entrelinhas de um corpo-sem-falo, sem cretinismo PINTOCRATICO! Diga-se fora os organismos bucetacraticos, bundacraticos, Q SEJA O CU REVOLUCIONARIO, Q SEJA o gozo assexuado de novos livros, sem órgãos, sem OVOS, q a gozada seja sem raiz, q seja vadia, palavrinhas-putinhas de língua sacana, a poética da existência se dá no fora, Vida sem apriori, sem formulas, corpo esfacelado, INTENSO, assexuado, pluralidades nos encontros das prosmícuas de esquinas suburbanas, planícies que se assumem como novidades, palavrinhas-vadias num rabo de caosificação assimbolica filha da puta, enfim, real, possível, enfim, a demanda necessária do tempo, da INVENÇÃO. Corpo sem falo, poeticamente peralta, vagal... Enfim, acorde!

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