Escrevo, pois sou uma puta parturiente de palavras insanas que se lançam num cortejo inesperado de encontros e significados.
Escrevo, pois sou uma vadia prenha de voláteis termos promíscuos que se emaranham em laços arredios, flácidos, largos.
Escrevo, pois quando sou tocado, ora em tabernas reles, ora ébrio sem forças esparramado como vômito em calçada ordinária, ora sobre uma privada enquanto cago minhas merdas inesperadas...
ENFIM APENAS ESCREVO...
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